Nota do editor: este texto foi publicado originalmente em janeiro de 2016, quando a payleven ainda operava de forma independente no Brasil. Mantivemos o relato original como registro da época e atualizamos com o que aconteceu depois e com as opções de hoje.
Resposta direta: a payleven não existe mais como marca. Em abril de 2016 foi anunciada a fusão global com a SumUp, e a marca SumUp prevaleceu. As maquininhas antigas da payleven deixaram de ser compatíveis com o aplicativo atual. Quem procura hoje uma maquininha sem mensalidade tem opções melhores do que existiam em 2016.
O que este post dizia em 2016
O texto original nasceu de uma busca pessoal: encontrar um leitor de cartão com preço acessível, porque pagar taxa por venda e ainda mensalidade pelo aparelho parecia abuso. A payleven chamou atenção justamente por não cobrar mensalidade, num momento em que isso era exceção.
Para entender o contexto: até o começo dos anos 2010, aceitar cartão no Brasil era privilégio de quem tinha CNPJ e aguentava contrato com aluguel mensal de terminal. Os leitores móveis conectados ao celular — o chamado mPOS — quebraram esse modelo. A payleven foi uma das empresas que empurraram essa mudança.
O que aconteceu depois
Poucos meses depois da publicação original, em abril de 2016, payleven e SumUp anunciaram fusão global. No Brasil, a junção criou uma operação com cerca de 260 mil clientes e mais de R$ 1 bilhão em transações por ano, colocando a empresa entre as maiores facilitadoras de pagamento do país na época.
No início nada mudou para os clientes: taxas, prazos e aparelhos seguiram como estavam, e a integração foi feita aos poucos. Com o tempo, a marca SumUp prevaleceu. As maquininhas antigas da payleven acabaram ficando incompatíveis com o aplicativo atual — ou seja, quem guardou um aparelho daquela época não consegue mais usá-lo.
O que mudou no mercado de 2016 para cá
- Mensalidade virou exceção. O que era diferencial da payleven hoje é praticamente padrão entre as concorrentes.
- Chegou o Pix. Boa parte das vendas que exigiam maquininha migrou para transferência instantânea, com custo muito menor.
- O aparelho deixou de ser obrigatório. Celulares com NFC funcionam como terminal, sem leitor acoplado.
- Autônomo e MEI viraram público-alvo. Em 2016 ainda havia barreira; hoje pessoa física contrata sem dificuldade.
O que usar hoje no lugar
A busca que motivou o texto original — vender no cartão sem pagar custo fixo — tem hoje uma resposta melhor do que a de 2016. A InfinitePay, plataforma da CloudWalk, não cobra mensalidade, tem Pix gratuito e permite usar o próprio celular como maquininha através do InfiniteTap, sem comprar equipamento nenhum para começar.
Na prática, isso resolve o problema que a payleven tentava resolver, indo um passo além: em 2016 você ainda precisava comprar um leitor; hoje, se o seu Android tem NFC, você começa a vender sem gastar nada em hardware.
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Perguntas frequentes
Minha maquininha payleven ainda funciona?
Não. Os aparelhos antigos da payleven ficaram incompatíveis com o aplicativo atual após a integração com a SumUp.
A payleven faliu?
Não. Houve fusão com a SumUp, anunciada em abril de 2016, e a marca SumUp foi a que permaneceu. A operação continuou, sob outro nome.
Conteúdo atualizado em julho de 2026. Taxas e condições de qualquer operadora mudam — confirme nos canais oficiais antes de contratar.
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